As formigas são divididas em várias castas. Cada uma delas é responsável por uma atividade dentro de sua comunidade. Por exemplo, umas cortam folhas e carregam, outras cuidam da limpeza e da defesa e há ainda as que cuidam do cultivo dos fungos que servem de alimento e do cuidado com os filhotes. São extremamente eficientes e organizadas. Nós deveríamos ser assim também, mas nem sempre conseguimos. Somos chamados para fazer parte de um corpo que deve estar bem ajustado e com seus membros fazendo exatamente suas atribuições. Contudo, a verdade é que este corpo ás vezes está dividido.
Existe um tipo de formiga chamada de pote-de-mel que criam obreiras especiais cuja função é alimentar outras através da reserva de alimento em seu corpo. As formigas também emitem sinais, os chamados feromônios, quando são agredidas, o que fará com que imediatamente receba socorro de outras formigas. Diante do exposto, precisamos pensar em qual atitude tenho tomado em relação aos outros. Nós somos chamados para servir. Este é o nosso desafio, negar o nosso ”eu” em prol de outros.
Você já viu uma formiga ficar sozinha por um bom tempo se esbaldando no pote de açúcar? É claro que não. Em instantes o pote vai ser invadido por um batalhão de formigas. Isto ocorre por que as formigas anunciam a boa notícia. Elas fazem um rastro de feromônio que servirá de mapa para levar outras formigas ao pote. Aí, quando a comida acaba, elas deixam de fazer o rastro e partem a procura de novos potes de comida e o processo recomeça. Assim como as formigas somos desafiados a anunciar as boas notícias à sociedade. Precisamos deixar um rastro que leve outros a Cristo.
Há também um tipo de formiga que produz uma obreira especial chamada química. A classe das químicas fica responsável por detectar qualquer contaminação em outras formigas e manter o formigueiro a salvo delas. Caso elas não consigam detectar a contaminação antes da contaminada entrar no formigueiro, então para evitar a contaminação de todas as formigas, elas imediatamente retiram a rainha e depois organizam o processo de mudança de habitação. Da mesma sorte precisamos proteger nossa habitação contra a contaminação. A começar pelo nosso próprio corpo, nossa igreja e também nossa casa.
Se têm uma coisa que as formigas não são é preguiçosa. Na minha observação constatei que as formigas estavam todas envolvidas na tarefa de cortar folhas. Observei que no caminho para o formigueiro nenhuma delas voltavam de patas vazias. Todas carregavam algum pedacinho de folha. Às vezes eram pedaços gigantes se comparado ao seu tamanho. Por isso, este provérbio chama atenção dos preguiçosos a partir do exemplo das formigas. Aí vai alguns tipos de preguiça que precisamos combater: Preguiça profissional (comodismo, não quer pagar o preço); Preguiça relacional (não se relaciona com novas pessoas); Preguiça espiritual (acredita não precisar crescer, o que sou já é suficiente).
A formiga é uma excelente professora. Se a observarmos poderemos ser surpreendidos com o quanto elas tem a nos ensinar. Como foi dito, ela nos levará a uma compreensão mais profunda do que é trabalho em equipe, fará com que sejamos mais propensos ao altruísmo, aguçará o nosso desejo de espalhar a boa notícia e proteger a comunidade contra ataques, além obviamente de levar a qualquer preguiçoso a rever sua vida. Por isso vale a pena ir ter com a formiga como nos recomenda o autor de Provérbio.
Que Deus lhe abençoe!
são muitas lições que os bichinhos de Deus nos dão. E provérbios então é um livro cheio de chacoalhão. É então agora vá ser formiga humana.
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