sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?

Olá pessoal. Hoje olharemos Números 34, 35 e 36.

Nesses capítulos temos as demarcações da terra que deveria ser conquistada, quem eram os homens que deveriam repartir a terra, as cidades destinadas aos levitas, as seis cidades refúgios para quem matasse sem intenção e como o homicida deveria ser executado, alguns privilégios oferecidos nas cidades refúgios e as regras para os casamentos das israelitas herdeiras.

Disso tudo quero destacar que o Senhor deu ordens exatas quanto aos limites da terra. No capítulo 34 vemos que o povo sabia exatamente onde começava e onde terminava a terra que o Senhor havia prometido. O esforço deveria ser canalizado naquilo que Deus prometeu. Não deveriam perder tempo atrás de terras que não faziam parte desses limites nem mesmo poderiam descansar enquanto toda essa terra não fosse conquistada.

Nessa reflexão Deus me fez pensar que comigo não é diferente. O Senhor estabeleceu um propósito para a minha vida, que quero chamar da minha terra prometida. Ele quer que eu conquiste aquilo para o qual eu fui criado. Essa conquista tem um alvo definido e limites estabelecidos, ao menos na cabeça de Deus. Devo perguntar pelo alvo e limites que Deus tem para mim.

Não posso me dar por satisfeito enquanto não alcançar tudo o que Deus me prometeu. Deus não quer que alcance apenas uma parte da terra. Ele quer me entregá-la por completo. Devo caminhar perguntando ao Senhor o que Ele quer me entregar e não parar jamais até ter chegado lá.

Por outro lado não posso me aventurar em terras que o Senhor não me deu. Se resolver fazer, Deus me disse que estarei desamparado. Seu compromisso comigo é de me abençoar e me socorrer dentro dos propósitos que estabeleceu para mim. Se resolver conquistar terra que o Senhor mão me mandou será por minha conta e risco e certamente me machucarei.

Deus tem um propósito para minha vida. Desse modo devo me perguntar por ele todos os dias. O Senhor quer me entregar uma terra nas mãos, e ela deve ser o meu alvo. Não posso supor que conseguirei ampliar os limites por conta própria, pois não conseguirei. Nem posso me aquietar enquanto não tiver cumprido a minha missão de estender os marcos até os limites estabelecidos por Deus.

Então orei assim: Deus me ajuda a entender qual é a minha missão e qual a terra que devo conquistar. Que não me dê por satisfeito enquanto não alcançar tudo o que o Senhor tem para mim. Que não queira conquistar aquilo que o Senhor nunca me disse para conquistar. Que esteja focado apenas na Sua vontade e nela caminhe em todo o tempo que estiver pela terra.

Que tal você fazer essa oração?

Hoje terminamos o livro de Números. Amanhã quero compartilhar com vocês os três primeiros capítulos de Deuteronômio.


Um abração.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?

Hoje quero compartilhar com vocês algumas das preciosidades de Deus registradas em Números 31, 32 e 33.

Este texto relata a vitória de Israel sobre os midianitas, como foi o tratamento daqueles que foram levados cativos após a guerra, a purificação dos soldados que guerrearam e a divisão da presa, a oferta voluntária dos capitães, o desejo da tribo de Rúben e Gade e da meia tribo de Benjamim de habitarem na Transjordânia e como esta foi distribuída. Mostra ainda como se deu o acampamento dos israelitas desde a saída do Egito, a morte de Arão e a ordem de Deus para lançar fora todos os moradores de Canaã.

Disso tudo quero destacar o que Deus ministrou ao meu coração mediante o desejo das tribos de Rúben, Gade e Benjamim de habitarem a Transjordânia (Cap. 32). Diante do pedido dessas tribos Moisés faz uma pergunta reveladora: “Irão vossos irmãos à guerra, e ficareis vós aqui?”

Essa pergunta atesta algo presente não só naqueles israelitas, mas também em muitos de nós hoje: o individualismo. Havia uma batalha para conquistar a terra prometida pela frente e aquelas tribos se eximiram dessa guerra querendo permanecer naquele lugar que lhes era favorável. Permanecendo ali eles não apenas deixavam de guerrear, mas também enfraqueciam os seus irmãos. Não seriam mais doze tribos que pelejariam pela terra prometida e sim dez tribos e meia.

Deus me disse que eu não posso ser individualista como essas tribos foram. Devo cuidar dos meus interesses, mas não apenas deles. Devo lembrar constantemente que faço parte de um corpo e que devo lutar para o bem estar dele. Preciso lutar pela comunidade para que as necessidades dela sejam supridas. O bom relacionamento e as conquistas coletivas valem muito mais do que o individualismo e as conquistas pessoais.

Então orei assim: Deus me ajuda a olhar com atenção para a necessidade de quem está ao meu lado. Que não queira enriquecer enquanto outros morrem de fome. Que não me dê por satisfeito por ter alcançado o que queria, mas que me esforce por levar o maior número de pessoas comigo. Que não viva em uma redoma sentimental que me faz insensível à dor alheia. Que seja eu o bom samaritano que socorre o necessitado pelo caminho.

Que tal você orar assim também?

Um abração e amanhã veremos Números 34, 35 e 36.


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?

Vamos olhar o que Deus ministrou ao meu coração quando li Números 28, 29 e 30.

Estes capítulos retratam instruções acerca dos sacrifícios diários, do sacrifício do dia do sábado, dos sacrifícios mensais e daqueles que deveriam ser oferecidos nas festas solenes. Além disso, estabelece a necessidade de cumprimento de todo voto e promessa feita ao Senhor.

Em todas essas palavras Deus ministrou mais fortemente ao meu coração a instrução a respeito dos votos. Uma palavra saltou aos meus olhos: “Quando um homem fizer voto ao Senhor ou juramento para obrigar-se a alguma abstinência, não violará a sua palavra; segundo tudo o que prometeu, fará” (30:2).

Meu avô diz que no tempo de sua juventude as palavras de um homem tinha valor. As pessoas confiavam umas nas outras, certas de que o acordo assumido seria respeitado. Vovô fala que os negócios eram selados com a palavra e nem eram preciso papéis e assinaturas como hoje.

Deus me disse que a instrução tem a ver com isso: ser confiável ou não quanto àquilo que digo que vou fazer. Se não consigo cumprir com os compromissos assumidos com Deus provavelmente não conseguirei cumprir com nenhum outro compromisso assumido em minha vida.

Então duas coisas foram ditas a mim pelo Espírito Santo. A primeira é que preciso cumprir com tudo aquilo que prometi a meu Deus. Deus sabe que intenções boas apenas não são suficientes. Às vezes percebo que não passam de boas intenções o que digo que vou fazer. Quantas vezes anuncio que vou orar mais, ler mais a Bíblia, me dedicar mais ao seu Reino... Quantas vezes digo que vou mudar determinada atitude e que pecados rotineiros serão anulados. O tempo passa e minhas promessas caem no esquecimento. Deus me disse que eu posso até esquecer-se do que prometi, mas Ele não esquecerá. Se prometi devo cumprir.

Então, se assumi um compromisso de orar, vou cumpri-lo. Se disse que lerei a Bíblia assiduamente o farei. Se disse a Deus que pode Ele contar comigo em determinada obra, então a realizarei. Meu Deus deve ver que não tenho apenas boas intenções e excelentes votos. Quero que Ele veja minha seriedade em cumprir tudo o que lhe prometi. Quero ser digno da confiança do meu Pai e deixá-lo ciente de que minhas promessas serão efetivamente cumpridas.

A segunda palavra do Espírito ao meu coração está relacionada aos compromissos que assumo com as pessoas. Preciso cumpri-los de igual modo. Muitas vezes as pessoas deixam de confiar em mim, pois o que lhes prometo não cumpro. Não posso comprar e não pagar; dizer que vou e não aparecer; prometer ajuda e me omitir; pegar emprestado e não devolver; assumir uma função e deixá-la às margens das minhas prioridades; dizer que darei algo a alguém e depois voltar atrás. Se gerei confiança no coração de alguém por minhas palavras e promessas não posso decepcioná-lo. Quero ser digno da confiança das pessoas e assim permitir que elas se sintam seguras ao meu lado.

Então orei assim: Deus me ajuda a ser digno de confiança. Que tudo o que prometi que faria que então o faça. Que avalie bem minhas palavras antes de prometer alguma coisa ou assumir algum compromisso para que não venha me arrepender. Sei que se me arrepender de uma promessa e deixar de cumpri-la, por mais bem intencionado que esteja, cometerei pecado que traz uma consequência imediata, a indignidade de ser confiável. Não quero ser assim. Que minhas palavras sejam sim e sim, não e não. Que não alimente dúvidas e incertezas no coração das pessoas que me ouvirem falar. Que o Senhor e o meu próximo acreditem no que eu diga não pela minha capacidade de argumentação, mas na minha capacidade de tornar o discurso em prática.

Que tal você fazer essa oração também?

Amanhã veremos Números 31, 32 e 33.


Um abração para você e que o Senhor lhe cerque com muitas bênçãos neste dia.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?

Hoje veremos os capítulos 25, 26 e 27 de Números.
Nestes capítulos Moisés relata a adoração dos israelitas a Baal-Peor por intermédio da sedução das mulheres moabitas, o censo de todos os israelitas e particularmente dos levitas, a lei sobre a divisão da terra e do direito das filhas herdeiras, o prenúncio de sua morte e a designação de Josué como seu sucessor.

Quero destacar o que Deus me disse ao ler a história do anúncio de Josué como sucessor de Moisés. Aqui fica evidente que ninguém é eterno e que por isso mesmo precisa preparar um sucessor. Esse processo não pode ser feito de qualquer modo ou esperando que naturalmente surja um novo líder na ausência do primeiro. Com Moisés não foi assim. Deus deu ordem clara para ele de que era preciso preparar um sucessor e quem era esse sucessor.

Sendo assim Deus me disse que sempre preciso ter em mente um sucessor para aquilo que faço onde estou. Isso é parte importante do discipulado que devo estar comprometido a desenvolver na minha vida. Desse modo, devo eliminar qualquer possibilidade de imaginar que sou eterno naquilo que faço. A qualquer momento Deus pode me levar para outro lugar e certamente Ele requererá das minhas mãos se não houver sucessores previamente preparados.

Para que possa cumprir com isso Deus me disse que devo sempre buscar Nele quem é a pessoa que Ele escolheu para continuar aquilo que colocou em minhas mãos. Isso é importante porque corro o risco de escolher errado. Posso ser confundido por preferências pessoais e carnais. Devo preparar sucessores, mas não o posso fazer com quem não foi escolhido por Deus. A obviedade disso está no fato de que meus sucessores não tomarão conta das minhas coisas, mas das coisas do Pai. Portanto é sempre Ele quem aponta o escolhido para continuar aquilo que temporariamente esteve em minhas mãos.

Então orei assim: Deus me ajuda sempre a lembrar da brevidade do meu tempo e da minha vida. Que a cada dia esteja preocupado em preparar pessoas para poderem te servir assim como eu quero te servir. Que tenha o discipulado como elemento vital do legado que posso deixar no ministério que o Senhor confiou a mim. Que jamais seja tido como culpado de qualquer fracasso ministerial por não preparar sucessores. Por favor, meu Deus, me ajuda a discipular pessoas escolhidas pelo Senhor para continuarem sua obra após o meu tempo.

Que tal você também fazer essa oração?

Amanhã veremos Números 28, 29 e 30.


Abraço...

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?


Quero compartilhar com você o que Deus ministrou ao meu coração quando li Números 22, 23 e 24.

Este trecho aponta a história de Balaão e Balaque. Balaão era um profeta pagão que vivia em Petor, uma cidade do norte da Mesopotâmia. Para lá Balaque envia mensageiros pedindo que Balaão viesse a Moabe e amaldiçoasse aos israelistas que estavam acampados próximos. Balaão diz que não vai porque Deus não permitiu. Balaque insiste e Balaão recebe a permissão de Deus e vai. Na terra dos moabitas Balaão, mediante a ordem de Deus, abençoa por três vezes a Israel ao invés de amaldiçoá-lo.

Nessa história Deus me fez olhar com maior atenção para a resposta de Balaão aos mensageiros de Balaque. Ele diz: “Ainda que Balaque me desse sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia traspassar o mandado do Senhor, meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande” (22:18).

Balaque enviou os mensageiros com o preço que deveria ser pago a Balaão (22:7) e com a promessa que se ele aceitasse seu pedido o recompensaria grandemente (22:17). Balaque acreditava que Balaão estava à venda e que sua fala também. Contudo Balaão mostra neste episódio que a mensagem de Deus não tinha preço e por isso não poderia ser negociada.

Deus então me disse que sua mensagem não está à venda e eu não tenho permissão para negociá-la em hipótese alguma. Esse alerta me soou como pertinente especialmente porque vivo em um país onde todos os dias surgem novos comerciantes da fé e vendedores ambulantes do evangelho.

Perguntei então a Deus como poderia tentar vender sua mensagem? Ouvi Dele que negociar a sua mensagem é sempre a tentativa de encontrar o benefício próprio. Sendo assim, posso ser tentado a querer vendê-la quando não digo o que tenho que dizer para ser mais bem aceito pelo grupo; quando distorço a verdade do Evangelho visando enquadrá-lo nos meus preceitos teológicos; quando distorço o Evangelho visando enriquecimento ou recompensa; quando ajo como um mercenário da fé levando pessoas a entregarem aquilo que Deus jamais mandou que entregassem; quando impõe uma carga a outros que nem mesmo eu estou disposto a levar...

Então orei assim: Deus me livra da tentação de querer vender aquilo que não me pertence, Sua Mensagem. Que seja fiel ao que o Senhor diz e me manda dizer. Que não seja atraído por tapinhas nas costas e nem por elogios que massageiam o ego, mas que afetam a consciência. Que queira mais as recompensas eternas da fidelidade à tua Palavra do que qualquer recompensa temporária dos negócios da fé. Que o Senhor me encontre como um profeta que não se vende e nem aceita subornos tidos como santos. Que a casa que tenho com tudo que está dentro dela, o carro que ando, as roupas que visto e as coisas que ofereço a minha família sejam livres da maldição de terem sido adquiridos ou conquistados pela negociação indevida de sua Mensagem. Deus que minhas palavras, ações e vida sejam marcadas pelo compromisso de fidelidade àquilo que sai de sua boca.

Que tal você também fazer essa oração?

Amanhã veremos Números 25, 26 e 27. Espero você por aqui.


Um super abraço e fique na graça de Jesus.

domingo, 25 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?

Olá pessoal. Hoje quero compartilhar com vocês o que Deus me disse ao ler Números 19, 20 e 21.

Este texto relata como era preparada a água purificadora que serviria para a purificação dos cerimonialmente impuros, a morte de Miriã e Arão, o episódio em que Moisés bate na rocha em Meribá e dela jorra água, a solicitação de Moisés para passar pelo território de Edom e a negação da mesma e a vitória de Israel sobre Arade, Hesbom e Basã.

O episódio das águas de Meribá é interessante. Nele, o povo de Israel murmura pela falta de água. Apesar deste problema não ser incomum em se tratando de deserto, o povo sabe que se alguma coisa não fosse feita a sede iria consumi-los. Mais uma vez eles recordam da vida no Egito para atacar Moisés e Arão.

Sendo assim, Moisés e Arão intercedem a Deus que os manda ajuntar o povo, pois Ele faria a rocha jorrar água. Moisés, com a cabeça quente, ao invés de apenas falar como Deus lhe ordenara fazer, ele bate com seu bordão por duas vezes na pedra. As águas saem, mas Deus de imediato adverte Moisés do seu erro e diz que ele não teria o privilégio de conduzir o povo quando entrassem na terra prometida.

Eu sempre me perguntei se Deus não teria sido injusto com Moisés ao dar-lhe essa punição? Por que tamanho zelo com aquela pedra? Bater ou falar, qual a diferença?
Já ouvi muitos dizerem que o problema foi a desobediência. Ela impediu Moisés de entrar na terra prometida? Isso me deixava ainda mais em crise. Pois eu pensava: o cara teve uma vida fantástica durante anos e bastou um deslize para Deus tascar-lhe uma punição como essa.

Mas Deus me fez ver o que Moisés falou e não o que ele fez. Moisés disse: “Ouvi, agora, rebeldes. Porventura faremos sair água desta rocha para vós outros?” (20:10). Aqui o Espírito Santo me deu a resposta. Não foi a desobediência e sim o orgulho. Esse sentimento o fez tomar uma atitude diferente daquela ordenada por Deus. Suas palavras demonstram que ele tinha a intenção que o povo reconhece a ele e não a Deus naquele milagre. Por isso Deus diz: “Visto que não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel...” (20:12).

Provavelmente nessa fase Moisés começava a ter seu coração corrompido pela falsa ideia de que as coisas aconteciam por sua causa. De fato Deus usou-o inúmeras vezes e muitos milagres foram feitos tendo-o como instrumento. Mas Deus esperava que ele jamais se esquecesse disso. Creio, então, que prevenindo Moisés de uma queda maior e vendo que seu coração já dava mostras que essa chance era grande, Deus não permitiu que ele nem sequer tivesse a tentação de dizer que a terra prometida fora conquistada por ele. Por isso ele sequer entrou nela.

Como alguém que serve ao Senhor, devo lembrar-me de que em qualquer circunstância sempre preciso apontar para Ele. Não posso supor que consegui sozinho nem querer atrair o olhar das pessoas para mim diante de um feito do Senhor. É isso, se sempre é Deus quem faz então que sempre consiga apontar para Ele quando Ele resolver fazer alguma coisa por meu intermédio.

Entendi também que algumas vezes Deus pode me tirar o privilégio de algumas conquistas e manifestações do seu poder justamente para prevenir meu coração de qualquer tipo de orgulho. Se isso aconteceu com Moisés também pode acontecer comigo. Por querer desfrutar grandes coisas com o Senhor devo sempre avaliar meu coração para eliminar dele qualquer foco de orgulho.

Além disso, Deus me disse que todas as vezes que tentar atrair o olhar das pessoas para mim tirarei delas o privilégio de verem ainda mais ao Senhor e suas manifestações. Enquanto olham para o que eu posso fazer deixam de olhar e crer naquilo que Deus pode fazer. As pessoas devem glorificar a Deus e não ao homem. Se os seus olhares estiverem em mim então terei fracassado na minha missão de conduzi-las ao Senhor.

Então orei assim: Deus me ajude a lembrar de que sempre é o Senhor quem faz. Não devo atrair a atenção das pessoas para mim, pois assim elas poderiam perder as demais coisas que o Senhor está fazendo. Que eu viva de modo a atrair as pessoas ao Senhor. Que quando olharem para mim possam ver ao Senhor. Que eu não pense de mim mais do que convêm pensar. E hoje eu reafirmo que sou totalmente dependente do Senhor e que durante todos os dias que o Senhor me der sobre essa Terra eu possa trazer glória e honra somente ao seu Nome.

Que tal você também orar assim?

Amanhã quero ver com você Números 22, 23 e 24. Espero você.


Deus lhe abençoe!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?


Hoje quero ver com você o que Deus me disse a partir da leitura de Números 16, 17 e 18.

Neste trecho do livro Moisés relata uma importante revolta surgida de dentro do povo e liderada por Corá, Datã e Abirão. Eles julgavam serem merecedores da mesma honra que Moisés e Arão tinham. Diante da revolta vem o castigo divino e eles são tragados pela terra. Há ainda um novo tumulto e um novo castigo, o episódio em que Deus reafirma que Arão tinha sido escolhido por Ele para o ministério sacerdotal através do bordão que floresce, mostra que o sacerdote tinha os seus direitos, mas também seus deveres e estabelece como se daria a relação entre os levitas e os dízimos recolhidos do povo.

O episódio da revolta de Corá e seus amigos foi usado por Deus para ministrar maravilhas ao meu coração. Basicamente a revolta se dá em razão de inveja e de não perceber o seu real papel diante do povo. Deus, quando separou Arão para o sacerdócio e a tribo de Levi para o serviço no tabernáculo, os dotou de privilégios, mas também de responsabilidades. Corá e seus amigos não perceberam que Deus é quem escolhe e que cada um deve desempenhar bem sua função.

Na obra de conquistar a terra e viver como povo de Deus cada um tinha uma função definida. Quando Corá e seus amigos se rebelaram contra Moisés e Arão cometeram dois erros graves. Primeiro, o erro da inveja. Ela corroeu seus corações e os fez agir irracionalmente. Ela os conduziu a morte à medida que deixaram de se agradar com o outro e passaram a desejar aquilo que era do outro. E o segundo erro foi que enquanto olhavam e desejavam o que Arão e Moisés viviam se esqueceram de realizar aquilo que Deus queria que eles fizessem. Todas as vezes que o nosso foco está no outro, deixamos de lado aquilo que é a nossa parte na missão.

Sendo assim Deus ministrou ao meu coração que o exemplo de Corá, Datã e Abirão não pode ser seguido por mim. Preciso eliminar qualquer foco de inveja que possa nascer em meu coração. Devo matá-lo de imediato. Não posso invejar o que é do outro, pois isso seria o mesmo que dizer que Deus é injusto comigo ao me dar aquilo que me deu. Em suma podemos dizer que se quero o que é do outro então não quero o que é meu. Esse mal não pode fazer parte da minha vida, pois não quero pecar contra o meu Deus demonstrando ingratidão nem contra o meu próximo demonstrando desamor.

O que me faz feliz é que Deus conta comigo na obra de conquistar a terra prometida e caminhar no meio do seu povo. Para tal Ele confiou a mim uma tarefa específica. Eu tenho um papel definido no reino de Deus. Então, Deus me alertou que devo focar todo meu esforço naquilo que cabe a mim. Devo desejar todos os dias e com todas as minhas forças tão somente aquilo que o meu Pai reservou para mim no papel que deseja que eu cumpra.

Então orei assim: Deus me ajuda a não dar nenhuma brecha para a inveja. Que ela passe longe do meu coração. Obrigado Senhor porque sei que o Senhor me deu um papel em seu reino e é por isso que eu não preciso desejar o que é do meu irmão. Que me concentre apenas naquilo que devo fazer para assim não ser ineficiente. Que se puder ajudar alguém a desempenhar sua função que o faça, mas que nunca queira ocupar dois lugares ou dois papéis, pois sei que eu não sou onipresente como o Senhor. Minha vida está em suas mãos e que o papel dela nesta terra seja desempenhado de tal forma a encher seus lábios de sorriso.

Que tal você também fazer essa oração?

Amanhã nos vemos para meditar em Números 19, 20 e 21.

Abraço daqueles e fique na paz!



quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?

Olá pessoal. Antes de tudo quero agradecer sua companhia e estou certo de que assim como Deus tem ministrado ao meu coração coisas maravilhosas tenho certeza que Ele quer falar também ao seu. Dedique-se a meditar na Palavra do Senhor a cada dia e busque-O em oração. Sua parte é essa, o resto é com Ele.

Hoje quero ver com vocês o que Deus falou comigo ao ler Números 13, 14 e 15.

Esse é o relato do famoso episódio dos espias que foram olhar a terra prometida e dar o relatório a Moisés e ao povo. Dos dozes homens que foram à Canaã, apenas Josué e Calebe trouxeram um parecer de que eles deveriam entrar na terra para conquistá-la. Como dez homens manifestaram opinião contrária, o povo foi inflamado por essa notícia e promoveu sedição. Deus manifesta sua chateação com a murmuração do povo e Moisés intercede por eles. Deus então anuncia que nenhum daqueles murmuradores entraria na terra. Além disso, o texto apresenta a derrota de Israel para os amalequitas em Horma, algumas leis acerca das ofertas, repetições de como seriam os sacrifícios por pecados feitos na ignorância, além do castigo pela violação do sábado.

Deus me disse que a realidade dos fatos está condicionada ao modo em que a pessoa decide olhar (Cap. 13). Em outras palavras, nós escolhemos olhar e dar ênfase ao que queremos ver. Dos doze espias, dez escolheram olhar para a força e tamanho dos inimigos que estavam na terra. Dois, Josué e Calebe, preferiram olhar para a beleza e fertilidade da terra. Enquanto os primeiros alegaram que não deveriam entrar na terra pelo seu modo de vê-la, os outros afirmaram que deveriam prosseguir também a partir daquilo que viram. O olhar determinou a ação e construiu a realidade.

Ciente de que às vezes olho a realidade de maneira deformada ou obscura, fui alertado por Deus a buscar enxergar os fatos como Ele enxerga, pois só Ele pode me fazer ver as coisas como realmente elas são.

Se Deus não me ajudar certamente irei desfigurar a realidade. Apenas deixando o Espírito Santo de Deus agir em minha vida terei um olhar correto daquilo que existe e dos propósitos eternos do Pai. Só assim não ficarei hipnotizado pelo tamanho e força do inimigo para me render ao único que realmente é grande e poderoso, o meu Deus.

Então orei assim: Deus me ajuda a ver as coisas como o Senhor as enxerga, pois só assim elas representarão a realidade. Não me deixe desviar o olhar do Senhor. Que não seja atraído por prazeres provenientes do mundo nem desanimado pelas lutas que terei que travar. Que meu olhar esteja fixo no Senhor para que assim seja direcionado apenas para sua vontade e ação.

Que tal você também fazer essa oração?

Amanhã olharemos Números 16, 17 e 18. Espero por você.


Fique na paz do Senhor!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?
Quero compartilhar com você o que Deus ministrou ao meu coração a partir da leitura que fiz de Números 10, 11 e 12.

Depois de um tempo acampados no deserto do Sinai o povo deveria levantar acampamento e caminhar rumo à terra prometida. Para isso Deus mandou que Moisés fizesse duas trombetas de prata que serviria de sinal para a partida.

No início da caminhada Moisés destaca a importância do seu cunhado Hobabe como guia no deserto, pede para Deus ir à frente para livrá-los de possíveis inimigos, enfrenta a queixa do povo em relação a comida, reclama de sua função para Deus, recebe auxílio de 70 homens, vê a ação de Deus enviando as codornizes e enfrenta a sedição de seus irmãos Miriã e Arão.

Deus ministrou grandes coisas ao meu coração com toda esta história. Disse que eu tenho que valorizar as pessoas que Ele coloca em meu caminho assim como Moisés valorizou Hobabe (10:29-32). Disso depende minha trajetória vitoriosa na caminhada da vida.

Disse também que eu tenho que clamar sempre pelo sua presença em minhas lutas assim como Moisés solicitou (10:35,36). Sem sua ajuda certamente me darei mal em minhas lutas. Não posso confiar em mim mesmo e na força do meu braço. Devo descansar no Senhor dos Exércitos que guerreia por mim.

Disse que eu preciso ser grato por aquilo que Ele faz (11:1-9). Deus não está refém das minhas vontades. Seu compromisso é cuidar de mim fazendo aquilo que me é melhor, mesmo que não consiga entender. E se mesmo assim não quiser ser grato devo me lembrar de que se ele resolver cortar o Maná certamente morrerei de fome, ou seja, minha gratidão deve estar no fato de que se não fosse a ação de Deus certamente morreria.

Ouvi também que devo me esforçar por intimidade com Deus (11:10-15). Apenas intimo dele conseguirei resistir a mim mesmo e as minhas inclinações da carne. Intimo Dele estarei firme para resistir ao diabo e avançar para o meu alvo que é Cristo.

Além disso, Deus me falou que preciso confiar naquilo que Ele diz (11:23). Caso não faça isso serei abatido pelas dúvidas e a incredulidade há de reinar em meu coração. Deus é poderoso e aquilo que sua palavra me revela certamente há de se cumprir.

Então orei deste modo: Deus me ajuda a valorizar cada uma das pessoas que o Senhor tão bondosamente coloca em meu caminho. Que busque seu auxílio sempre e não despreze seus feitos jamais, pois sei que se o Senhor desistir de mim estarei perdido. Que seja íntimo do Senhor a ponto de perceber claramente o que o Senhor fala e de modo nenhum me esquecer.

Que tal você também fazer essa oração?

Amanhã quero olhar para Números 13, 14 e 15. Espero você.


Abraço e fique na paz! 

terça-feira, 20 de agosto de 2013


Já me alimentei hoje, e você?

Quero compartilhar com você o que Deus me disse quando meditava em Números 7, 8 e 9.

Esta parte do livro mostra o que os príncipes de Israel ofertaram quando o altar foi consagrado, como as sete lâmpadas do santuário deviam ser dispostas, o processo de consagração dos levitas, a reiteração da necessidade de se celebrar a páscoa como memorial da libertação do cativeiro egípcio e como a nuvem que o Senhor mandou conduzia o povo pelo deserto.

Uma coisa que Deus falou comigo foi sobre a oferta dos príncipes de Israel (Cap. 7). Aquele povo esperava receber o cuidado de Deus, sua provisão e proteção. Mas foram desafiados a pensarem que na relação com Deus eles também precisavam oferecer.

Deus então me disse que eu devo sempre estar disposto a oferecer algo a Ele. Sei que nunca poderei pagar o que Deus faz por mim. Por isso, tudo o que der nunca será o bastante. A conclusão óbvia que fui conduzido por Deus a chegar é que tenho que me entregar por completo a Ele.

Neste tempo devo lembrar-me disso constantemente. Facilmente me esqueço de que Deus também espera receber algo de mim. Não posso me apresentar para esse relacionamento egoisticamente ávido por ser abençoado, mas despreocupado quanto ao que vou oferecer.

Então orei assim: Deus me ajuda a submeter tudo que faz parte da minha vida ao Senhor. Não por querer pagar ou retribuir o que o Senhor faz por mim, mas por que sei que somente assim poderei ser realmente feliz cumprindo meu propósito sobre a Terra.

Que tal você também fazer essa oração?

Amanhã veremos os capítulos 10, 11 e 12 de Números. Espero você por aqui.

Um forte abraço e que o Senhor continue a te abençoar.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013


Já me alimentei hoje, e você?

Hoje quero expor para você algumas coisas que Deus me disso quando meditei em Números 4, 5 e 6.

Este trecho do livro explica qual seriam os deveres das diversas famílias que compunham a tribo de Levi, a ordenança para que os leprosos e o imundo fossem postos fora do arraial, estabelece a lei da restituição quando alguém prejudicava outra pessoa, institui como deveria ser feita a prova em caso de suspeita de infidelidade conjugal por parte da mulher e apresenta a lei do nazireado (tipo especial de dedicação voluntária onde a pessoa abdicava-se de beber o fruto da vide, de cortar os cabelos e de tocar em qualquer animal morto).

Quando li a distribuição de deveres para cada família dos levitas (Cap. 4) Deus falou comigo que hoje não é diferente. Todos tinham uma função na manutenção do tabernáculo. Ninguém estava dispensado dos trabalhos. Todos tinham suas responsabilidades e deveriam cumpri-las.

Então Deus me disse que hoje ninguém está livre do trabalho. Todos são importantes e devem assumir sua responsabilidade. Percebo que essa orientação de Deus é muito relevante visto que muitos acreditam que são consumidores da igreja e não trabalhadores do evangelho.

Esforçando-me para não olhar para o outro e ajudado por Deus fui alertado por Ele que a vocação que foi entregue a mim deve ser realizada exclusivamente por mim. Deus não me chamou para assistir outros trabalharem. Ele me quer ativo em seu Reino desempenhando com eficácia meu dever.

Foi exatamente assim que me senti. Deus colocou deveres em minhas mãos e espera que eu os cumpra com excelência. Não devo cruzar os braços aguardando que outros façam. Não devo justificar minha inércia no fato de que outros não fazem. O que cabe a mim deve ser meu alvo e apenas a respeito disso hei de prestar contas.

Então orei assim: Deus antes de tudo me faça entender diariamente o que o Senhor espera de mim. Que saiba claramente quais são os meus deveres em relação à sua vontade. Tenho certeza que o Senhor me tem por útil em seu Reino. Que eu não te desaponte cumprindo meu dever de modo que agrade o seu coração.

Que tal você fazer essa oração hoje?

Amanhã daremos uma olhada em Números 7, 8 e 9. Espero você por aqui.

E para terminar quero declarar a benção sacerdotal sobre sua vida:

“O Senhor te abençoe e te guarde;
O Senhor faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti;
O Senhor sobre ti levante o rosto e te dê a paz” (Nm 6:24-26).

sábado, 17 de agosto de 2013

 
Já me alimentei hoje, e você?

Olá pessoal. Quero começar hoje reflexões extraídas do livro de Números. Por enquanto vou seguindo a ordem canônica dos livros. Tem sido um desafio prazeroso, ver quantas coisas Deus tem me falado em livros que normalmente não dava o devido valor. Os capítulos de hoje são 1, 2 e 3.

Esta parte do livro se dedica a apresentar a ordem de Deus para que se realizasse o censo em Israel, como as tribos seriam dispostas no arraial, o ofício que a tribo de Levi exerceria junto ao tabernáculo e a explicação do resgate dos primogênitos (por lei os primogênitos de cada família deveriam servir ao Senhor, mas Deus os substituiu pela tribo de Levi).

Acho interessante a preocupação de Deus. Ele queria que o povo soubesse quantos eram, como deveriam se dispor quando acampados e até específica atribuições. Isso tudo me lembra de uma palavra, ORGANIZAÇÃO. Nosso Deus é organizado.

Deus então me disse que eu também preciso ser organizado e que ele quer me ajudar. Não sei se você tem essa dificuldade, eu com certeza a tenho. Com Deus posso me superar para que seja organizado em minha agenda, tarefas e atribuições. Em outras palavras, meu arraial precisa estar organizado.

Deus me fez lembrar que como mordomo de coisas que lhe pertencem Ele exige de mim organização. Não posso lidar com tempo, recursos materiais, dinheiro e talentos desorganizadamente.  Por dois motivos básicos. Primeiro porque a desorganização com as coisas que estão debaixo do meu controle aborrece o verdadeiro dono, ou seja, o organizado Deus. Segundo porque esta desorganização não evidencia a presença em minha vida de alguém que é tão organizado como Deus.

Se ouvir a voz de Deus sei que pouparei muita energia e tempo sendo muito mais eficiente. Deus me fez lembrar que Ele sempre teve tudo no controle porque sempre fez tudo debaixo de absoluta organização. Eficiência e organização, no caso de Deus, sempre caminharam juntas. Claro que Deus é Deus e Ele não perderia o controle jamais. Mas quanto mais organizado for tanto mais capaz de superar obstáculos serei.

 Então orei assim: Deus me ajuda a ser organizado. Sei que isso não faz parte da minha natureza, mas creio que nasci de novo e sei que as coisas velhas já passaram. Que minha vida organizada possa encher seu coração de alegria e despertar atração na vida de outros. Que a cada dia olhe mais para o Senhor para aprender como realmente organizar o meu arraial.

Se você é como eu faça essa oração também.

Amanhã veremos Números 4, 5 e 6. Se você aparecer vai me dar muita alegria. Um abraço e que o Senhor te abençoe!



sexta-feira, 16 de agosto de 2013




Já me alimentei hoje, e você?

Olá pessoal. Hoje quero compartilhar algumas coisas que Deus falou comigo ao ler Levítico 25, 26 e 27.

Temos nessa passagem o estabelecimento do Ano Sabático (de 7 em 7 anos a terra não deveria ser cultivada), do Ano do Jubileu (a cada 50 anos era proclamado liberdade àqueles que eram escravos por dívidas e as terras utilizadas como pagamentos de dívidas deveriam ser devolvidas aos antigos donos), de algumas leis que tratavam da situação do pobre e do escravo, alerta contra a idolatria, anúncio de que as benção sucederiam a obediência e as maldições sucederiam a desobediência, alguns tipos de votos e uma palavra sobre o dízimo.

São muitos assuntos, mas de maneira especial Deus falou comigo sobre a pobreza. Naquela época a lei dizia que o pobre deveria ser sustentado por aquele que tinha recursos (25:35). O pobre era sim problema do rico. Ele deveria servir de auxílio e não explorá-lo com juros nem visar qualquer tipo de lucro em possíveis relações comerciais (25:36-38).

Gostei desta palavra, não por que a vivo e sim pelo desafio. Eu gosto de desafio. Deus então me desafiou a olhar o pobre como se eu fosse responsável por ele. Sei que não posso acabar com a pobreza, mas também sei que posso fazer muito mais do que tenho feito. Deus me disse que não vai requerer de minha mão o fato de haver pobreza na Terra, mas certamente me cobrará porque pessoas passaram fome à porta da minha casa enquanto eu me alimentava regaladamente todos os dias.

Outra coisa que Deus me disse está relacionada as bênçãos e maldições. Posso te chatear um pouco com isso, mas eu não consigo crer em um Deus punitivo como aparentemente é descrito nesta passagem. Respeitando minha condição humana e limitada Deus falou comigo assim mesmo. Ele me disse que a obediência gera benção porque me aproxima de sua vontade. A desobediência gera maldição porque me afasta da sua vontade.

Tendo por certo que na vontade de Deus está minha benção concluí que quanto mais eu obedecer tanto mais serei abençoado, quanto mais eu desobedecer tanto mais serei amaldiçoado. Isso se dá não porque estou barganhando com Deus me tornando merecedor da sua ação. Isso ocorre por que minhas ações geram consequências. Como dizia Isaac Newton, toda ação gera uma reação. A reação natural de quem age em obediência é a benção, e a reação natural de quem age em desobediência é a maldição. Deus pode agir diferente? Claro que sim! Mas o Senhor me disse que o melhor é obedecer sempre.

Então orei assim: Deus me ajuda a olhar para o pobre com desejo de ajudá-lo. Que eu o vejo não como um problema da Dilma ou do Puccinelli. Que eu saiba que o nome que dará conta da pobreza é o do cristão, ou seja, o meu. Além disso, me ajuda a obedecer teus mandamentos para que seja abençoado. Pode ser Deus que eu nem receba o que imagino que deveria receber pelas minhas ações corretas, mas se eu agradar teu coração com elas já terei alcançado a maior das alegrias.

Que tal você também fazer esta oração hoje?

Hoje terminamos as meditações em Levítico. Amanhã meditaremos em Números 1, 2 e 3. Espero você por aqui. Um forte abraço e que você tenha um dia abençoado.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013


Já me alimentei hoje, e você?

Hoje vamos olhar para as coisas que Deus me disse ao ler Levítico 22, 23 e 24.

Este trecho apresenta a proibição de se comer comidas sacrificadas, diz que os animais sacrificados devem ser sem defeitos, traz a instituição das solenidades (sábado, páscoa, festa das primícias, pentecostes, dia da expiação, festa dos tabernáculos), além de orientações quanto ao azeite do candelabro, o pão para a mesa do Senhor e a pena para o pecado de blasfêmia.

Disso tudo, quero destacar a instituição de um dia de descanso, o sábado. Nunca me pareceu necessário cumprir com a letra e sim com o princípio desta lei. O princípio diz que se faz necessário um dia de descanso, pois até mesmo Deus descansou (Gn 2:2,3).

A palavra hebraica correspondente (shabbat) deriva-se do verbo que significa cessar. O sábado era, portanto, o dia em que o trabalho cessava. A ordenança do sábado está arraigada na ordem da criação e da redenção. Nele se relembra tanto a obra criacional de Deus (Gn 2:2,3), como também prevê o descanso sabático final na redenção do povo de Deus (Hb 4:1-11). Em uma análise mais ampla, o sábado aponta para Jesus, o criador e redentor de todas as coisas. Nele encontramos descanso verdadeiro (Mt 11:28).

Deus então me disse que não devo santificar um dia e sim viver o princípio dele. Com isso, Ele me alertou que até posso não parar com tudo durante o dia do sábado, mas certamente preciso encontrar em minha agenda local para retomar as forças mediante o descanso.

Para muitos descansar é perder tempo e oportunidades. Nossa cultura ocidental já asseverou: Time is Money. Com isso aprendemos que temos que correr, trabalhar sem perder tempo com bobagem. Então Deus me enquadrou dizendo que descanso não é bobagem e sim obediência. Deus não me manda descansar por acaso ou por capricho de me ver parado. Ele sabe que nesta tarefa está parte fundamental da minha sobrevivência e saúde.

Sei que Deus não me quer preguiçoso nem ocioso. Mas sei também que Ele não me quer ativista e compulsivo pelo trabalho. Sei que esta lei deve alcançar pessoas que dependem da minha decisão para descansar ou não. Não sou empresário, mas todas às vezes que o descanso de alguém estiver debaixo da minha decisão, devo lembrar que o mandamento não é apenas para mim e sim para toda a criação.

Acho também legal ressaltar que a obra de Jesus visa o descanso pleno. Não imagino uma vida celestial de completo ócio. Mas penso que não teremos cartão de ponto, nem mesmo supervisor. No céu não precisarei de laudos médicos quando estiver doente para poder faltar ao serviço, mesmo porque lá nem doença terei. Lá não serei explorado por metas de vendas ou mesmo por contas apertadas que me obrigam a esticar um pouco o serviço visando vender mais. Lá, mesmo vivendo uma vida ativa, creio que o que prevalecerá é certeza de que encontrei o melhor lugar para descansar.

Então orei assim: Deus me ajuda a viver aqui na Terra aspectos do descanso que o Senhor tem preparado para mim aí no céu. Me livre de ficar tão preso ao trabalho que acabe por destruir minha vida lentamente. Que reconheça que não sou uma máquina e que se mesmo o Senhor descansou também devo fazê-lo. Que não me incomode com os acusadores de plantão e sim com a tua vontade. Que saiba, portanto, viver o descanso na medida certa, nem muito nem pouco. Que consiga desfrutar do shabbat do Senhor e assim alegre seu coração e preserve minha vida.

Que tal você também fazer esta oração hoje?

Amanhã olharemos para Levítico 25, 26 e 27. Espero você por aqui.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013


Já me alimentei hoje, e você?

Hoje quero compartilhar com vocês aquilo que Deus me falou ao ler Levítico 19, 20 e 21.

Neste trecho Deus manda Moisés relembrar o povo sobre leis que cuidavam das relações humanas, as penas para algumas práticas criminosas e algumas leis específicas aos sacerdotes.

No capítulo 19 as leis são muito práticas e visa sempre o bem estar do menos favorecido. Se também aplicássemos em nossas vidas estas leis muitas injustiças seriam superadas. Certamente as relações humanas seriam ajustadas.

Dentre as diversas leis destacaria àquela que obrigava que os frutos do campo que caíssem no chão durante a colheita não poderiam ser pegos, rebuscados, mas deveriam ser deixados no chão para que o pobre e o estrangeiro pudesse pegá-los para se alimentar.

Neste caso a Lei propunha uma redistribuição de renda já na origem. O rico não ficaria pobre por deixar alguns frutos para trás. Contudo, para o pobre esta era uma questão de sobrevivência. Deste modo o rico era desafiado a não pensar apenas em si mesmo e olhar um pouco para a necessidade do outro.

Creio que este princípio deveria ser resgatado por nós nestes dias. A solidariedade e generosidade precisam ser vividas. Que bom se fosse espontâneo, mas temo que apenas quando corrermos o risco de punição, cumpriremos a missão de socorrer o necessitado.

Deus me disse que o meu coração tem que estar voltado ao outro. Preciso doar mais daquilo que Deus me deu; devo ser pontual no pagamento de pessoas que trabalharam para mim (19:13); não devo julgar pessoas pela aparência desejando a mal a elas mas devo abençoá-las (19:14); não devo ter um relacionamento interesseiro (19:15); nem devo andar por aí fofocando e disseminando intrigas e mentiras entre as pessoas (19:16); e devo me esforçar para amar o meu próximo como a mim mesmo.

Então orei assim: Deus me ajuda a ser melhor para com as pessoas. Sei que em muitos momentos sou egoísta e deixo de olhar para elas e suas necessidades. Que ame mais do que tenho amado. Que as ame como amo a mim mesmo. Que meu amor pelas pessoas se demonstre em atitudes práticas. Que evite tudo o que me afasta delas por trazer-lhes algum prejuízo ou carência. Pelo contrário, que minhas atitudes abençoem a todos aqueles que estiverem ao meu redor. Ajude-me Senhor, pois sei que nem sempre é fácil, mas creio que é possível.

Que tal você também fazer esta oração hoje?

Amanhã veremos Levítico 22, 23 e 24. Espero você por aqui.

terça-feira, 13 de agosto de 2013


Já me alimentei hoje, e você?

Olá pessoal! Antes de tudo quero pedir desculpa pelos dois dias sem posts. Fiz uma viagem neste final de semana para pregar na Igreja Batista União em Campo Grande – MS e, pela correria, não consegui postar.

Hoje quero lembrar daquilo que Deus falou comigo em Levítico 16, 17 e 18.

Estes capítulos apresentam algumas recomendações quanto aos sacrifícios que deveriam ser oferecidos pelos pecados do sumo sacerdote bem como do povo. Institui-se a festa anual das expiações, onde todo povo deveria buscar perdão mediante ritos sacrificiais. Além disso, traz leis quanto à matança de animais, proíbe a ingestão de sangue, apresenta casamentos e práticas sexuais ilícitas.

Muito bem, diante de tal conteúdo, Deus ministrou ao meu coração duas coisas. A primeira, relacionada à proibição de se matar um animal e não levá-lo a porta da tenda da congregação (17:1-8). Tal proibição visava coibir sacrifícios a deuses pagãos. Quando alguém matava um animal, seja lá qual fosse o motivo, deveria conduzi-lo ao tabernáculo. Assim, sacrifícios a outros deuses eram coibidos.

Deus então me disse que, embora eu não precise mais sacrificar animais, ainda cobra de mim um sacrifício, neste caso, um sacrifício vivo (Rm 12:1), que é toda a minha vida, e que este deve ser apresentado exclusivamente a Ele. Com isso Deus me alertou que eu não posso me oferecer a ninguém mais que não seja Ele.

Sabe que em alguns momentos me vejo me sacrificando aos prazeres desta terra, como bens e dinheiro. Sacrifico o meu tempo inteiro com outras coisas e não o ofereço a Deus. Sacrifico meus talentos para ser alguém conhecido e me esqueço de usá-los para fazer Deus conhecido. Pude me arrepender de todas estas práticas idólatras e voltar a me esforçar a apresentar-me como sacrifício vivo exclusivamente ao meu Pai Celeste.

A segunda coisa que Deus me disse está ligada a proibição de comer sangue. Deus justifica a proibição dizendo que a vida da carne está no sangue (17:11). O sangue do animal não poderia ser ingerido, pois o propósito da expiação de pecados exigia o derramamento deste sangue perante o Senhor. Ingeri-lo seria, portanto, desprezar o benefício do perdão de pecados por um simples gosto gastronômico.

Tudo isso parece estranho a nós, mas se olharmos com carinho veremos que o princípio é o mesmo. Deus me disse que a vida da minha carne também está no sangue, agora não mais no sangue de animais, mas sim no sangue de Jesus derramado na cruz. Neste sangue encontrei perdão para os meus pecados e a vida de Deus. Todavia também posso desprezar o sangue de Jesus, não por gosto gastronômico, mas por gostos pessoais que me levam ao pecado.

Algumas vezes acabei por desprezar o sangue de Jesus tornando a cometer pecados dos quais Seu sangue já havia me limpado. Isso é desprezar o derramar do sangue de Jesus. Então me comprometi com Deus a valorizar o sangue de Jesus a ponto de me esforçar bastante para ver práticas pecaminosas longe da minha vida.

Diante disso tudo orei assim: Deus me ajuda a oferecer-me como sacrifício apenas ao Senhor. Que ninguém ocupe o Seu lugar na minha vida. Que me afaste daquilo que todos dizem ser legal mais que me roubam do Senhor, como amor ao dinheiro e o culto ao EU. Além disso, me ajuda a não desprezar o benefício do sangue de Jesus por querer voltar a praticar pecados. Quero ver-me livre deles definitivamente, tornando-me mais e mais parecido com Jesus.

Que tal você também fazer esta oração hoje?

Amanhã olharemos os capítulos 19, 20 e 21. Espero você por aqui.