quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Já me alimentei hoje, e você?

Hoje quero compartilhar com vocês algumas das preciosidades de Deus registradas em Números 31, 32 e 33.

Este texto relata a vitória de Israel sobre os midianitas, como foi o tratamento daqueles que foram levados cativos após a guerra, a purificação dos soldados que guerrearam e a divisão da presa, a oferta voluntária dos capitães, o desejo da tribo de Rúben e Gade e da meia tribo de Benjamim de habitarem na Transjordânia e como esta foi distribuída. Mostra ainda como se deu o acampamento dos israelitas desde a saída do Egito, a morte de Arão e a ordem de Deus para lançar fora todos os moradores de Canaã.

Disso tudo quero destacar o que Deus ministrou ao meu coração mediante o desejo das tribos de Rúben, Gade e Benjamim de habitarem a Transjordânia (Cap. 32). Diante do pedido dessas tribos Moisés faz uma pergunta reveladora: “Irão vossos irmãos à guerra, e ficareis vós aqui?”

Essa pergunta atesta algo presente não só naqueles israelitas, mas também em muitos de nós hoje: o individualismo. Havia uma batalha para conquistar a terra prometida pela frente e aquelas tribos se eximiram dessa guerra querendo permanecer naquele lugar que lhes era favorável. Permanecendo ali eles não apenas deixavam de guerrear, mas também enfraqueciam os seus irmãos. Não seriam mais doze tribos que pelejariam pela terra prometida e sim dez tribos e meia.

Deus me disse que eu não posso ser individualista como essas tribos foram. Devo cuidar dos meus interesses, mas não apenas deles. Devo lembrar constantemente que faço parte de um corpo e que devo lutar para o bem estar dele. Preciso lutar pela comunidade para que as necessidades dela sejam supridas. O bom relacionamento e as conquistas coletivas valem muito mais do que o individualismo e as conquistas pessoais.

Então orei assim: Deus me ajuda a olhar com atenção para a necessidade de quem está ao meu lado. Que não queira enriquecer enquanto outros morrem de fome. Que não me dê por satisfeito por ter alcançado o que queria, mas que me esforce por levar o maior número de pessoas comigo. Que não viva em uma redoma sentimental que me faz insensível à dor alheia. Que seja eu o bom samaritano que socorre o necessitado pelo caminho.

Que tal você orar assim também?

Um abração e amanhã veremos Números 34, 35 e 36.


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