Já
me alimentei hoje, e você?
Olá pessoal! Antes de tudo quero pedir desculpa pelos dois
dias sem posts. Fiz uma viagem neste final de semana para pregar na Igreja
Batista União em Campo Grande – MS e, pela correria, não consegui postar.
Hoje quero lembrar daquilo que Deus falou comigo em Levítico 16,
17 e 18.
Estes capítulos apresentam algumas recomendações quanto aos sacrifícios
que deveriam ser oferecidos pelos pecados do sumo sacerdote bem como do povo.
Institui-se a festa anual das expiações, onde todo povo deveria buscar perdão
mediante ritos sacrificiais. Além disso, traz leis quanto à matança de animais,
proíbe a ingestão de sangue, apresenta casamentos e práticas sexuais ilícitas.
Muito bem, diante de tal conteúdo, Deus ministrou ao meu
coração duas coisas. A primeira, relacionada à proibição de se matar um animal
e não levá-lo a porta da tenda da congregação (17:1-8). Tal proibição visava
coibir sacrifícios a deuses pagãos. Quando alguém matava um animal, seja lá
qual fosse o motivo, deveria conduzi-lo ao tabernáculo. Assim, sacrifícios a
outros deuses eram coibidos.
Deus então me disse que, embora eu não precise mais
sacrificar animais, ainda cobra de mim um sacrifício, neste caso, um sacrifício
vivo (Rm 12:1), que é toda a minha vida, e que este deve ser apresentado exclusivamente
a Ele. Com isso Deus me alertou que eu não posso me oferecer a ninguém mais que
não seja Ele.
Sabe que em alguns momentos me vejo me sacrificando aos
prazeres desta terra, como bens e dinheiro. Sacrifico o meu tempo inteiro com
outras coisas e não o ofereço a Deus. Sacrifico meus talentos para ser alguém
conhecido e me esqueço de usá-los para fazer Deus conhecido. Pude me arrepender
de todas estas práticas idólatras e voltar a me esforçar a apresentar-me como
sacrifício vivo exclusivamente ao meu Pai Celeste.
A segunda coisa que Deus me disse está ligada a proibição de
comer sangue. Deus justifica a proibição dizendo que a vida da carne está no
sangue (17:11). O sangue do animal não poderia ser ingerido, pois o propósito
da expiação de pecados exigia o derramamento deste sangue perante o Senhor.
Ingeri-lo seria, portanto, desprezar o benefício do perdão de pecados por um
simples gosto gastronômico.
Tudo isso parece estranho a nós, mas se olharmos com carinho
veremos que o princípio é o mesmo. Deus me disse que a vida da minha carne
também está no sangue, agora não mais no sangue de animais, mas sim no sangue
de Jesus derramado na cruz. Neste sangue encontrei perdão para os meus pecados
e a vida de Deus. Todavia também posso desprezar o sangue de Jesus, não por
gosto gastronômico, mas por gostos pessoais que me levam ao pecado.
Algumas vezes acabei por desprezar o sangue de Jesus tornando
a cometer pecados dos quais Seu sangue já havia me limpado. Isso é desprezar o
derramar do sangue de Jesus. Então me comprometi com Deus a valorizar o sangue
de Jesus a ponto de me esforçar bastante para ver práticas pecaminosas longe da
minha vida.
Diante disso tudo orei assim: Deus me ajuda a oferecer-me
como sacrifício apenas ao Senhor. Que ninguém ocupe o Seu lugar na minha vida.
Que me afaste daquilo que todos dizem ser legal mais que me roubam do Senhor,
como amor ao dinheiro e o culto ao EU. Além disso, me ajuda a não desprezar o
benefício do sangue de Jesus por querer voltar a praticar pecados. Quero ver-me
livre deles definitivamente, tornando-me mais e mais parecido com Jesus.
Que tal você também fazer esta oração hoje?
Amanhã olharemos os capítulos 19, 20 e 21. Espero você por
aqui.

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